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Jornaleira e marido são presos por tentar roubar prêmio de R$ 449 mi de aposentado

21/03/2012

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A jornaleira Anne Jeevarajah, 38, desprezou a regra de ouro dos negócios que mada servir bem para servir sempre e, não só perdeu clientes, como foi parar na cadeia por isso. Ela foi presa depois que roubou um bilhete de loteria premiado, emitido em sua loja por um cliente fiel, e o enviou ao marido para reivindicar o prêmio de R$ 449 milhões (o equivalente a £ 156.000).

Cliente de Anne, o aposentado Gwyn Badham-Davies, 73, levou o ticket à loja para saber se ele tinha ganhado a loteria. Anne, por sua vez, conferiu o ticket em sua máquina na loja da família, em Norfolk, Inglaterra, mas não contou ao aposentado que o bilhete valia agora uma pequena fortuna.
O marido de Anne, Alfred Jeevarajah, 45, ligou logo em seguida para os organizadores e informou que tinha ganhado. O casal foi preso e condenado a 14 meses cada um.
Segundo o Ministério Público local, Badham-Davies comprou o bilhete em 25 de junho do ano passado para comprar os seus números habituais e tentar a sorte. O aposentado só pediu que Anne checasse o bilhete, no entanto, na semana passada. Ela percebeu que ele havia ganhado, mas não o comunicou.
Os organizadores desconfiaram porque houve um atraso entre a data de compra do bilhete e a comunicação do prêmio. Chamou a atenção também o fato de Jeevarajah ser um lojista que vende jogos da loteria e ainda assim demorar tanto para reclamar seus milhões. Anne foi presa por roubo e fraude e, seu marido, por fraude. Os dois têm uma filha de 10 anos.
Chocado, o aposentado só descobriu o golpe quando o próprio marido de Anne resolveu contar ao aposentado que ele era o ganhador, depois que a polícia e os organizadores do prêmio já haviam iniciado uma investigação.
Após a audiência, o senhor Badham-Davies, que já recebeu seu prêmio de R$ 449 milhões, disse que comprava bilhetes de loteria na loja toda semana. Ele insistiu que não sentia raiva do casal. “Vejo isso como uma traição. Sinto-me magoado, mas eles cometeram um erro. Eu os perdôo”, disse o pensionista. “A única coisa que me chateou e realmente estragou minha vida é que eu adorava ir àquela loja". (Época NEGÓCIOS)