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Façam suas apostas. Descubra os melhores cassinos

08/02/2019

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(Foto: Wikimedia Commons/Reprodução)

O clima é tenso, mas há alegria no ar. O ambiente sofisticado, a música alta, o tilintar característico das máquinas, o som das roletas e as batidas secas dos apetrechos dos jogos de mesa, as comemorações e até mesmo os lamentos fazem dos cassinos locais de aura misteriosa e empolgante. Basta entrar  e perde-se a noção do tempo. Não à toa, é quase sempre viciante. Pensar em cassino é lembrar da cidade de Las vegas, nos Estados Unidos, conhecida por seus hotéis luxuosos e casas de jogos. Lá, a regra de ouro é “o que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas.”
O mundo descobriu o glamour dos jogos, e empresários de diversos países investiram em grandes, chiques e bem-estruturados cassinos que prometem e entregam tanto quanto (ou até mais que) Las Vegas. Se você vai viajar e pensar em investir na sorte, conheça alguns lugares que fazem a diversão dos jogadores.

Hotel Conrad – Punta del Este, Uruguai
Um dos pontos mais conhecidos de Punta del Este é o Hotel Conrad. Festas luxuosas com convidados famosos ocorrem ali, além, é claro, das apostas no cassino, o número 1 da América Latina, no estilo de Las Vegas. São cerca de 75 mesas e 550 slots que divertem os hóspedes e turistas curiosos, já que não é necessário se hospedar no hotel para conhecer o local. Para quem quer curtir a noite sem abusar da sorte, o Blend Bar é uma opção para assistir a shows ao vivo e experimentar drinks feitos por barmans internacionais.
Para relaxar após uma noite recheada de jogos e diversão, o Conrad oferece um spa de 1200 metros quadrados com diversos tratamentos para o corpo e o rosto, um fitness center, salão de beleza e piscina indoor. A uma hora e meia de Montevidéu, Punta del Este agrada pelas opções de diversão. As praias de águas calmas, como José Ignacio, são ideais para as crianças, mas La Barra, La Brava e La Mansa são points para o agito. As lojas de grifes e galerias encantam os amantes de moda, e os calçadões e vias de pedestres são um belo passeio. Quem quer ir para a cidade conhecida como “a pérola do Uruguai” precisa se programar: a cidade é cara, principalmente durante o verão sul-americano.
Monte Carlo – Monte Carlo, Mônaco
Um dos cassinos mais tradicionais do mundo é o de Monte Carlo, no principado de Mônaco. Aberto no século 19, é procurado pelos amantes de jogos, que ficam encantados com os vitrais, esculturas e pinturas artísticas. O arquiteto que projetou o cassino criou a Ópera de Paris. Luxo é a palavra que define a construção tradicional, que se transformou em ponto turístico mesmo visto apenas por fora. Iluminado, faz parte da beleza noturna da cidade. É proibido, nos salões comuns, usar bermudas, minissaias ou shorts. Em alguns salões, é obrigatório o uso de traje fino. Os visitantes e apostadores devem ter mais de 18 anos.
Depois do Vaticano, Mônaco é o menor país do mundo, e, como a moradia do papa, tem várias opções turísticas para aproveitar a viagem. O país é a nação com a maior proporção de milionários: as esplendorosas residências e os caros automóveis, além dos iates atracados nas marinas, impressionam. Curiosamente, ao contrário do Brasil, onde ficam as favelas, os mais ricos moram no alto. As casas e prédios são suspensos, construídos sobre formações rochosas. No topo de um rochedo fica a sede do governo, Monaco Ville. Um bom passeio é caminhar pelas ruas medievais e assistir à troca da guarda real, que ocorre todos os dias, às 11h55, em frente ao Palais Princier, que pode ser visitado durante a primavera e o verão. Lá, os turistas podem conhecer um museu de lembranças e arquivos históricos. A Catedral de Mônaco, onde a atriz Grace Kelly e o príncipe Rainier se casaram, também é um belo ponto turístico. Quem visita o país precisa ficar de olho no figurino: muitos restaurantes e até mesmo cafés exigem trajes finos para entrar.
Venetian Macau – Macau, China
Com arquitetura que homenageia Veneza, incluindo canais pelos quais se pode passear em gôndolas, o Venetian Macau é um cassino e resort de  propriedade da multinacional Las Vegas Sands. São 40 andares rodeados por sete resorts, sendo a maior estrutura hoteleira da Ásia e o terceiro maior edifício do mundo. O cassino tem 51 mil m² de salas de jogos com 3.400 máquinas e 800 mesas, além de uma arena com 15 mil lugares para espetáculos e eventos desportivos. Lojas como Coach, Calvin Klein e Tiffany estão instaladas no local.
Antiga colônia comercial portuguesa, Macau tem placas em português, além de azulejos, calçadas em mosaico e fachadas coloniais. A presença dos nossos colonizadores, porém, é cada vez menos sentida nesse cantinho chinês. Macau vive quase exclusivamente da exploração de jogos de azar. Além do Venetian, o cassino Sands também é um ponto turístico e opções para os apostadores. Em termos de faturamento e lucratividade, Macau já ultrapassou a grande Las Vegas. O negócio não se limita aos jogos.  Shows bem produzidos, hotéis, restaurantes e eventos são geradores de renda.
As ilhas de Taipa e Coloane são, para quem cansar das cartas e roletas, uma opção de fuga. O Museu de Macau e o centro histórico, que é Patrimônio da Humanidade pela Unesco, também são paradas obrigatórias para quem gosta de história. A herança cultural portuguesa está presente nas ruínas da igreja de São Paulo e o Largo do Senado, além de deliciosos pratos com bacalhau.
Marina Bay Sands Casino – Cingapura
O mais caro hotel construído no mundo, no valor de US$ 5 bilhões, o Marina Bay Sands Casino tem 2561 suítes, centro de convenções para até 11 mil pessoas, dois anfiteatros, shopping, pista de patinação no gelo, museu e uma impressionante piscina de borda infinita. O cassino tem 15 mil metros quadrados em quatro níveis, com 600 mesas, 30 salas de jogos e 1.500 máquinas de slots. O visitante pode escolher entre 250 títulos. A entrada do cassino demonstra que o local é acima da média: o visitante é recebido por um lustre de 13.000 cristais Swarovsky, um dos maiores e mais pesados do mundo. Aberto 24 horas por dia, o cassino exige que os visitantes usem roupas formais, sendo proibido usar chinelos, slippers, shorts e blusas sem manga.
A cidade-estado de Cingapura é bem diferente do restante do sudeste asiático. Uma das mais modernas nações do continente, o país é completamente tecnológico. As ruas são limpas e organizadas com transporte eficiente, shopping centers que se comparam aos de cidades grandes como Nova York e Tóquio. Ali, convivem pacificamente chineses, malaios e indianos, mas suas diferenças culturais são evidentes. Tudo no país é muito regulado e multas podem ser aplicadas por atos que, para nós brasileiros, são banais, como atravessar fora da faixa ou jogar chiclete na rua. As melhores opções de restaurantes e vida noturna estão em Clarke Quay. Com o conceito de eliminar as jaulas dos animais, o Singapure Zoo está entre um dos melhores do mundo e é um dos principais pontos turísticos da cidade.
Winstar World Casino – Oklahoma, Estados Unidos
Com mais de 48 mil metros quadrados de espaço para diversos jogos, o Winstar World Casino é o segundo maior cassino do mundo, incluindo 7.400 máquinas slots e 55 salas particulares de poker, além de 99 mesas, entre diversos outros atributos. O hotel tem 1.000 quartos, spa, centro de convenções, academia e campo de golf. Artistas, como Jay Leno, Adam Lambert, Lil Wayne e Maroon 5 foram atrações recebidas pelo centro de eventos do hotel.
Oklahoma é o estado dos EUA onde vivem mais índios nativos norte-americanos, sendo o lar de 39 tribos. Para descobrir essa rica herança, visitar o Cherokee Heritage Center e o Red Earth Center são boas opções. A cultura cowboy é marcante nesse estado e para conhecer a tradição, é possível se hospedar em um autêntico rancho de gado em atividade, assistir a um rodeio, além de ouvir música country ao vivo todos os dias da semana.
Além dos índios, uma rodovia, a Rota 66 atrai a atenção dos turistas para o estado americano. À beira da estrada, encontram-se marcos icônicos como uma enorme baleia-azul, um grande celeiro redondo, um parque de totens tribais, espetáculos de variedades do Coleman Theatre e a Golden Driller, uma estátua com 23 metros de altura adotada como monumento do estado em 1979. (Correio Braziliense – Geovanna Alves e Taís Braga – Brasília – DF)