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Magnho José

 

Votação do PLS 186/14 amplifica o debate sobre legalização na grande mídia 05/12/2016 12:33:17

Pelo menos a reportagem do Estadão mostra casos de sucesso na operação de cassinos em outros países

Com a proximidade da votação do PLS 186/14 pelo Plenário do Senado, a grande mídia começou a veicular reportagens sobre a possibilidade de legalização dos jogos. Dois jornais de linha editorial contrária ao processo, O Estado de São Paulo (Legalizar jogo daria R$ 30 bi/ano, mas sob a sombra de crime e corrupção) e a Gazeta do Povo de Curitiba (Legalização dos jogos de azar é aposta às escuras), veicularam grandes reportagens sobre a possibilidade, apesar da aparente isenção, as duas matérias têm as negatividades conservadoras dos dois veículos. 
Pelo menos a reportagem do Estadão mostra casos de sucesso na operação de cassinos em outros países.

Carta Capital

Sob o título ‘O Brasil vai legalizar os jogos de azar?’ a revista Carta Capital veicula longa, isenta e curiosa reportagem sobre a legalização com a assinatura do veterano e competente jornalista Nirlando Beirão. Merece uma leitura em Destaque.   

Dallagnol defende ilegalidade

Inclusive, a reportagem da Gazeta do Povo (confira em Destaque), veiculada no último sábado (3) tem uma declaração insólita do chefe da força-tarefa da Lava-Jato no Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol, que defende que o bingo seja mantido na ilegalidade para dificultar a lavagem de dinheiro: “a manutenção da atividade do bingo na esfera da ilegalidade impede que ele seja usado para ‘esquentar’ recursos”, comenta o procurador. 

Repercussão da reportagem do Estadão

Como a reportagem do O Estado de São Paulo veiculada nesta segunda-feira (5) foi distribuída pela Agência Estado, o conteúdo repercutiu nacionalmente nos principais sites dos veículos de comunicação do país:

Isto É: ‘Legalizar jogo traria R$ 30 bi/ano, crime e corrupção

Veja.com: ‘Legalizar jogo traria R$ 30 bi por ano, crimes e mais corrupção

Exame: ‘Legalizar jogos de azar renderia R$ 30 bilhões por ano

Época Negócios: ‘Legalizar jogo traria R$ 30 bilhões/ano, crime e corrupção

Correio do Povo de Alagoas: ‘Legalizar jogos de azar traria R$ 30 bi ano, crime e corrupção

Repórter Diário (7 cidades do ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra: ‘Legalizar jogo traria R$ 30 bi/ano, crime e corrupção

Capital Teresina Piauí: ‘Projeto de Ciro pode aumentar crimes e a corrupção, diz Receita Federal’.

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Momento político não favorece votação do PLS 186/14 05/12/2016 12:31:34

Apesar da confirmação da votação do PLS 186/14 pelo Plenário do Senado, continuamos entendendo que este não é o melhor momento político para a votação das duas propostas sobre a legalização do jogo, que tramitam no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

O ambiente político continua muito contaminado com a aprovação com alterações pelo Plenário da Câmara do Projeto de Lei 4850/16 (veja em Especial e os comentários), que trata das 10 medidas de combate à corrupção propostas pelo Ministério Público Federal. As manifestações do final de semana comprovam que os representantes do Ministério Público conseguiram colocar a mídia e sociedade contra o Congresso Nacional.

Um dos exemplos desta contaminação pode ser observado na nota do Blog do Josias de Souza (veja abaixo), veiculada pelo portal UOL Notícias, que critica o fato da proposta constar da pauta do Plenário do Senado desta semana.

O melhor seria que o Senado adiasse a votação do PLS 186/14.

G1 não acredita na votação

O G1, portal de notícias da Globo, informa que na quarta-feira (7), um dos itens na pauta do Senado é o que legaliza os jogos de azar no país. “Apesar de estar na pauta, o tema causa muita divergência entre os senadores e, sem consenso, pode acabar não sendo votado”, comenta a reportagem.

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Abuso de autoridade e fim da reeleição no Executivo são destaque no Plenário do Senado 05/12/2016 12:30:46

Na quarta-feira (7), o Plenário vai apreciar o PLS 186/2014, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que autoriza a exploração de jogos de azar no país

A Agência Senado informa que o Senado inicia a penúltima semana antes do recesso parlamentar com a votação do projeto sobre abuso de autoridade (PLS 280/2016) prevista para terça-feira (6) à tarde. Além dessa proposta, outras questões polêmicas devem ser analisadas pelos parlamentares no Plenário, como a regulamentação da terceirização (PLC 30/2015) e parte da reforma política contida na PEC 113-A/2015.
A alteração da Lei de Abuso de Autoridade promete longos debates. O assunto foi tratado numa sessão temática na última quinta-feira (1º), quando ficaram claras as divergências entre parlamentares e até mesmo entre integrantes do Poder Judiciário.
Reeleição
A PEC 113-A/2015 está para ser votada em primeiro turno também na terça-feira (6). A proposição proíbe a reeleição para cargos no Executivo, facilita a apresentação de projeto de lei de iniciativa popular e torna mais rigorosas as condições para criação de partidos, a chamada cláusula de barreira.
Terceirização
Já o PLC 30/2015, do ex-deputado Sandro Mabel, que regulamenta a terceirização, está dependendo de parecer do relator Paulo Paim (PT-RS), que já avisou que seu voto não prevê a possibilidade de terceirização de mão de obra nas atividades-fim.
Legalização dos jogos
Na quarta-feira (7), ao menos uma proposição deve gerar longo debate no Plenário. É o PLS 186/2014, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que autoriza a exploração de jogos de azar no país.
Se aprovado no Senado e depois na Câmara, cassinos e bingos poderão voltar a operar de forma legalizada. O projeto define quais os jogos autorizados, como serão explorados, a destinação dos recursos arrecadados e os crimes em decorrência da violação das regras.
Enquanto isso, a Proposta de Emenda à Constituição 55/2016, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos segue tramitando e vai passar nessa semana pela fase de discussão em segundo turno. A votação está prevista para 13 de dezembro.

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BgC III: ‘Estudos de casos de jogo responsável’ 05/12/2016 12:29:57

Jan Jones, Alan Feldman e Paulo Lopes participaram de um dos debates mais importantes do III BgC sobre Jogo Responsável

O painel ‘Estudos de casos de jogo responsável’ considerado um dos mais importantes do Brazilian Gaming Congress – BgC realizado em São Paulo,  contou com a participação dos especialistas Alan Feldman, vice-presidente Executivo do MGM Resorts International e Jan Jones, vice-presidente Executiva de Relações Governamentais, Corporativa e de Responsabilidade do Caesars Entertainment e ex-prefeita de Las Vegas, moderados pelo Diretor do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos do Ministério da Economia Portugal, Paulo Lopes.

Alan Feldman destacou que estudos recentes da Americam Gaming Association - AGA 97% dos jogadores não têm problemas com o jogo, sendo que de 2 a 4% dos apostadores apresentam problemas e de 0 e 2% são considerados patológicos e que 1% tem problemas sérios com relação ao jogo.

Os cassinos norte-americanos usam o Modelo de Reno de jogo responsável voltado para os apostadores através de campanhas de conscientização e de responsabilidade compartilhada. Segundo as avaliações cientificas, a decisão final de jogar ou não está no indivíduo e os consumidores devem tomar suas decisões.  

“De 95 a 98% dos clientes dos cassinos fazem o jogo responsável e pequenos grupos podem apresentar problemas com jogo. A AGA desenvolveu um código de conduta e todos os cassinos usam este código”, comentou.

Dentro deste código de conduta estão as principais medidas como a idade mínima de 21 anos para que as pessoas possam ingressar nos cassinos, o mandato de auto-exclusão e os tratamentos terapêuticos para os jogadores compulsivos.  

“Os cassinos têm que conhecer os seus clientes”, finalizou.

O especialista recomendou o site da Centro Nacional para o Jogo Responsável – NCRG como referência para programas de jogo responsável.

A ex-prefeita de Las Vegas e representante do Caesars Entertainment, Jan Jones abordou vários temas sobre jogo responsável e exemplos de como alguns países tratam o tema.  Os cassinos de Singapura limitaram a entrada das pessoas pelas condições econômicas, pois existe cobrança na entrada de US$ 300 para os moradores do país.  Nos Estados Unidos e Canada, as apostas a partir de US$ 1 mil é obrigatória a identificação do apostador.

A especialista comentou que o mecanismo da auto-exclusão é muito bem-sucedido nos Estados Unidos e em vários outros países. Nos EUA a AGA tem mais de 50 mil pessoas que pediram para serem excluídas. Caso um destes apostador ganhe em um cassino, o dinheiro será entregue para caridade. Nos Estados Unidos o jogador patológico é quem define o tempo que ele será excluído, além disso o cassino também tem a opção de excluir o cliente e os funcionários podem evitar a entrada deles nos cassinos.

“Os cassinos não querem estes clientes”, comentou Jan Jones.

O Diretor do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos do Ministério da Economia Portugal, Paulo Lopes disse que no seu país o apostador pode pedir para ser excluído dos cassinos de 1 a 5 anos.

Alan Feldman comentou que a auto-exclusão coloca a situação nas mãos do jogador, além de ter a opção de ser excluir por um de seus familiares.

“A responsabilidade do cassino é não permitir que a pessoa auto-excluída entre nos estabelecimentos”, comentou Feldman.

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Ministro da Justiça defende que 5% dos recursos da legalização dos jogos vá para segurança pública 02/12/2016 12:49:06

Ministro Alexandre de Moraes

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, apontou dificuldades constitucionais para a federalização da Polícia Civil do Distrito Federal.

O tema foi discutido na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (1º), em audiência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, por iniciativa do deputado Laerte Bessa (PR-DF). Moraes anunciou que apresentará em dezembro o novo plano nacional de segurança, que traçará estratégias de combate aos homicídios, à violência contra mulher, narcotráfico e ações em fronteira.

Durante a audiência, o ministro defendeu que a segurança pública seja priorizada no País, por isso sugeriu que pelo menos 5% dos recursos que venham a ser arrecadados com a legalização dos jogos de azar - projeto em tramitação no Congresso - sejam destinados para o Fundo Nacional de Segurança Pública. "Se for aprovar, coloquem pelo menos 5% para o fundo de segurança pública", apelou.

Deputado defende uso dos recursos do jogo

Durante a audiência pública o deputado Silas Freire (PR-PI) defendeu que os recursos da legalização fossem destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública e perguntou a opinião do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.

“Defendemos a praticidade do Fundo Nacional de Segurança Pública porque não se faz segurança sem dinheiro, você pode trabalhar 30 horas por dia, que vai esbarrar na falta de estrutura. Eu acho que é uma grande oportunidade que estamos tendo já que o Senado está discutindo agora a legalização dos jogos e nós poderíamos estar criando uma vinculação desta legalização e desta arrecadação que o país vai ter com a Segurança Pública, com o Fundo. Porque trará sim, recursos para o país, trará sim desenvolvimento para áreas, mas trará problemas de Segurança Pública. Os royalties do Petróleo não deixam lá uma indenização por conta dos danos causados. Nós precisamos buscar uma fonte e a legalização dos jogos, ministro, poderia ser uma saída com um percentual direto para Segurança Pública”.           

A íntegra do que disse o Ministro

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, então respondeu o deputado com a seguinte afirmação:

“Uma das ideias que o deputado Silas Freire (PR-PI) colocou e, que peço até apoio aqui dos deputados, que eu já encaminhei pelo Ministério ao Senado e, lá nós estamos em conversações, para que pelo menos 5%, se for aprovado o jogo no Brasil. Não entrei no mérito se vai ou não aprovar, mas se for aprovado, coloque pelo menos 5% para o Fundo de Segurança Pública. Obviamente esta é uma renda que ninguém espera, se for aprovar é uma novidade, então vamos priorizar o que precisa ser priorizado, que é a Segurança Pública”.          

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Caixa conceito básico nos filmes da Mega da Virada 02/12/2016 12:47:43

Todos os anos o BNL critica a estratégia de marketing das Loterias Caixa na divulgação do início das vendas da Mega da Virada, mas pelo menos os filmes são comerciais e vendedores. 
Este ano o conceito dos filmes aprovado pelo departamento de Marketing da Caixa é muito básico e pode ser considerado um dos mais fracos apresentados nos últimos. Prêmios de loteria envolvem sonho e esperança e os filmes não transmitem estes sentimentos.

Infelizmente, a divulgação da extração da loteria com o maior prêmio da América Latina continua devendo.

Veja os filmes no post abaixo.

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Caixa estreia campanha para promover Mega da Virada 'de R$ 200 milhões' 02/12/2016 12:42:29

Propaganda da Mega da Virada brinca com cenas clássicas do cinema

Começam a ser exibidos nesta quinta-feira (1) na TV os comerciais da Caixa Econômica Federal para divulgar o sorteio da Mega da Virada, que acontece no dia 31 de dezembro. Criada pela agência Nova/sb, a campanha publicitária faz paródias das clássicas cenas de cinema de despedidas em aeroportos e de duelos de faroeste. O apresentador Luigi Baricelli é mais uma vez o garoto-propaganda da Mega da Virada.
 

Campanha publicitária

A campanha terá dois comerciais. No filme de faroeste, é reproduzida uma clássica cena de duelo, até o momento de sacar as armas. Assista ao vídeo.

No outro, uma mocinha pronta para embarcar no aeroporto é surpreendida pela do namorado. Em ambos os filmes, as vozes aparecem dubladas para reforçar o clima de paródia. Assista ao vídeo.

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Alunos do IBMEC-RJ convidam IJL para perspectiva do Jogo sobre a ética publicitária 02/12/2016 12:38:24

Os alunos de ética e legislação publicitária do IBMEC-RJ, sob a supervisão do professor Guilherme Lemos Sant'Anna Gomes, do Campus Barra da Tijuca, promoverão, nesta sexta-feira (02), às 19h30m, a construção de uma dialética publicitária a partir de um ambiente simulado e da possível legalização do jogo no País.
Os alunos foram divididos em grupos por livre adesão com foco na 'publicidade persuasiva persuasiva', 'publicidade meramente informativa', ambas de natureza comercial, e 'publicidade institucional (de iniciativa do Governo)'.
Além de promover a abertura do evento restrito aos alunos e convidados, o presidente do Instituto Jogo Legal, Magnho José foi convidado como representante da sociedade civil para participar do julgamento do desempenho de cada grupo sobre a ótica da argumentação ética, liberdade, informação e segurança.

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Comissão do senado aprova projeto de lei que legaliza jogos de azar 02/12/2016 12:37:31

O programa VTV da Gente transmitido pela VTV, que é repetidora da programação do SBT nas regiões de Campinas (29 UHF / 16 NET) e Santos (46 UHF / 19 NET) veiculou reportagem sobre a legalização do jogo.

“A comissão do Senado aprovou um projeto de lei que legaliza bingos, cassinos e jogo do bicho. A medida aguarda a votação no plenário. Clique aqui e assista ao vídeo da reportagem.

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BgC III: ‘Desenvolvendo uma agência reguladora’ 02/12/2016 12:36:48

Paulo Lopes, Francesco Rodano e Jenny Williams no ‘Desenvolvendo uma agência reguladora’

O painel ‘Desenvolvendo uma agência reguladora’ do Brazilian Gaming Congress – BgC, realizada na semana passada em São Paulo, contou com a participação de Jenny Williams, ex-diretora da Comissão de Jogos do Reino Unido, Jenny Williams; Francesco Rodano, ex-Regulador Italiano, Chief Policy Officer, Playtech e Paulo Lopes, Diretor Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos, Ministério da Economia Portugal.

O representante da Playtech, Francesco Rodano revelou que é impossível bloquear o acesso da internet. A Itália tentou impedir que que as pessoas acessassem os sites ilegais e não teve sucesso: “Nem a China consegue bloquear a internet”, comentou.  

Segundo o especialista os jogadores querem produtos bons, com as melhores ofertas e se o jogo legalizado e regulamentado não é competitivo como o clandestino provavelmente não vai dar certo.

“Caso haja um ambiente competitivo para os jogos online, os apostadores do jogo ilegal migram para o jogo legalizado”, finalizou.  

O representante do Ministério da Economia Portugal, Paulo Lopes disse que as experiências com os modelos restritivos não tiveram os melhores resultados e que nunca foi possível banir o jogo online em cassinos, apenas houve uma redução.

“O jogo não para, as pessoas jogam todos os dias no jogo legal ou no ilegal”, comentou.

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Colegas de trabalho fazem bolão e ganham US$ 420 milhões na Powerball 02/12/2016 12:35:30

Bolada foi dividida entre 20 pessoas que jogavam sempre há mais de oito anos no Tennessee

Da próxima vez que seu colega de trabalho pedir $5 para jogar na loteria, não diga que está sem dinheiro na carteira, vai que vocês têm a mesma sorte que 20 empregados da empresa North American Stamping de Portland, no Tennessee. Eles acordaram no domingo (27) com a notícia que tinham ganhado o prêmio máximo na loteria Powerball: US$ 420.9 milhões.

Uma das sortudas, Amy O’neal, contou à CNN, que eles jogam há oito anos e que estava fazendo café quando seu filho viu na televisão que o bilhete vencedor foi comprado na vizinhança. “Eu vi que acertamos a aposta e tive que olhar de novo, pensei que estava sonhando”, contou. Ainda era cedo, mas Amy começou a ligar para os colegas de trabalho.
Eles decidiram sacar o prêmio de uma vez e, descontados os impostos, eles levaram US$ 254.7 milhões. Cada apostador levou para casa um cheque de US$12.7 milhões.
Carmen Davis disse que vai usar parte do dinheiro para comprar um carro para a mãe e pagar seu tratamento de saúde, outro disse que vai financiar os estudos dos filhos. Eles não pretendem deixar o emprego. “Eu trabalho na empresa há 13 anos e é uma ótima companhia. Eles tem sido bons para mim”, disse outro sortudo. (AcheiUSA - Com CNN)

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Receitas dos cassinos de Macau subiram pelo quarto mês consecutivo 02/12/2016 12:32:25

As receitas dos cassinos de Macau subiram em novembro pelo quarto mês consecutivo, alcançando 2,216 bilhões de euros

Segundo os dados da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ), as receitas dos cassinos subiram 14,4% em novembro, na comparação anual semelhante com novembro de 2015.

Trata-se do primeiro crescimento a dois dígitos, depois das subidas registradas em outubro (8,8%), setembro (7,4%) e agosto (1,1%), após 26 meses consecutivos de quedas anuais semelhantes da indústria do jogo, o motor da economia de Macau.

Em termos acumulados, ou seja, nos primeiros 11 meses do ano, os cassinos tiveram receitas de 24 bilhões de euros, menos 4,3% em comparação com igual período do ano passado.

O valor ultrapassa o previsto para todo o ano pelo Governo -- que, regra geral, é conservador nas estimativas -- de que o setor do jogo iria fechar 2016 com receitas de 23,6 bilhões de euros.

Queda no PIB de Macau

Arrastada pelo desempenho do setor do jogo, a economia de Macau entrou em queda no terceiro trimestre de 2014, ano em que, pela primeira vez desde a transferência do exercício de soberania de Portugal para a China, em 1999, o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu (-1,2%, segundo dados oficiais revistos publicados no mês passado).

Em 2015, o PIB caiu 21,5% e no primeiro e segundo trimestres deste ano voltou a contrair-se 12,4% e 7%, respetivamente, na comparação com 2015, segundo os dados revistos.

Ao fim de dois anos de contração, a economia de Macau voltou a crescer no terceiro trimestre, terminado em setembro, com o PIB aumentando 4% face ao mesmo período de 2015.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estimou em outubro que o PIB de Macau irá cair 4,7% este ano, uma contração menor do que os 7,2% estimados em abril.

Já no próximo ano espera que a capital mundial do jogo regresse ao crescimento (0,2%). (Notícias ao Minuto – Macau)

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Obrigado aos 53.890 leitores do BNLData por mais um recorde 01/12/2016 12:09:07

O site BNLData estabeleceu um novo recorde de visitas no último mês de outubro com 53.890 visitantes únicos, ou seja, uma média diária de 1.797 diferentes internautas. Cada visitante único corresponde a um diferente dispositivo (computador, tablet, celular ou iPod) usado para acessar a internet.

O avanço da legalização do jogo pelo Congresso Nacional continua sendo o principal motivo deste incremento nas visitas. 

Os internautas dos dez países que mais visitaram o site foram: Brasil, Estados Unidos, México, Espanha, Argentina, França, Portugal, Alemanha, Reino Unido e Panamá. E as cidades que mais visitaram foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Campinas, Salvador, Campo Grande e Recife.  

A equipe do BNL agradece aos leitores!

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Presidente da Câmara indefere requerimento de apensação do PL 2944/04 ao PL 442/91 01/12/2016 12:08:23

O BNL entende que este não é o melhor momento político para a votação das duas propostas sobre a legalização do jogo, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia indeferiu nesta quarta-feira (30) o Requerimento de Apensação de autoria do deputado Fernando Monteiro (PP-PE) para que o Projeto de Lei 2.944/2004 fosse apensado ao PL 442/1991.

“Indefiro o pedido de apensação contido no Requerimento n. 5.549/2016, nos termos do parágrafo único do art. 142 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, por ser intempestivo”, informa o despacho.

Transferência do regime de urgência

Alguns parlamentares acreditavam que o regime de urgência do PL 2944/2004 ou ‘Projeto do Bingo’ aprovado em 2010 poderia ser transferido para o substitutivo do PL 442/1991, aprovado pela Comissão Especial do Marco Regulatório dos Jogos, dispensando a necessidade de votação do requerimento de urgência dos líderes partidários.

Requerimento de urgência ao PL 442/91

Apesar de constar como item 12 da pauta de votações da semana do Plenário, o requerimento de urgência ao PL 442/91 não foi apreciado nas sessões de terça e quarta-feira.

O BNL entende que este não é o melhor momento político para a votação das duas propostas sobre a legalização do jogo, que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. O ideal seria que o Senado adiasse a votação do PLS 186/14 pelo Plenário, prevista para a próxima terça-feira (7).

O ambiente político está muito contaminado com a aprovação com alterações pelo Plenário da Câmara do Projeto de Lei 4850/16, que trata das 10 medidas de combate à corrupção propostas pelo Ministério Público Federal.  Os representantes do Ministério Público estão mobilizando e contaminando mídia e sociedade contra o Congresso.

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Globo Online veicula reportagem isenta sobre a legalização 01/12/2016 12:07:24

Mesmo com linha editorial contrária, a reportagem 'Jogos ilegais movimentariam ao menos R$ 1,3 bilhão no Rio ao ano' veiculada pelo portal do Globo Online nesta quarta-feira (30) talvez seja a primeira abordagem isenta sobre a legalização dos jogos. O presidente do IJL e editor do Blog é um dos entrevistados na matéria.

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Caixa sorteia jogos da Lotogol 849 e Loteca 730 devido o adiamento da rodada do Brasileirão 01/12/2016 12:05:57

A Caixa Econômica Federal comunicou que, em decorrência do luto oficial instituído em função do trágico acidente aéreo envolvendo a delegação da Associação Chapecoense de Futebol/SC, houve alteração pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) da data das partidas da 38ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A/2016.

Desta forma, em cumprimento ao disposto no art. 12 da Portaria do Ministério da Fazenda nº 356/87, comunicamos que os jogos 1 a 5 do concurso 849 da Lotogol e os jogos 1 a 5 e 10 a 14 do concurso 730 da Loteca terão os resultados, para efeito de apuração de ganhadores, conhecidos por sorteio a ser realizado na segunda-feira (5), às 16 h, no Espaço CAIXA Loterias em São Paulo/SP.

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BGC III: ‘Regulação, licenciamento e taxação’ 01/12/2016 12:05:19

Da esq. Pablo Espuela (Luckia), Ed Bowers (MGM Resorts International), Fabio Ferreira Kujawski e Sérgio Alves Jr

O painel ‘Regulação, licenciamento e taxação’ da terceira edição do Brazilian Gaming Congress – BgC, contou com a participação de Fabio Ferreira Kujawski, Sócio, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados; Pablo Espuela, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Luckia e Ed Bowers, vice-presidente de Desenvolvimento Global do MGM Resorts International e Sérgio Alves Jr, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

No painel, que apresentou as estratégias de entrada em novos mercados baseadas em opções de licenciamento, Fabio Ferreira Kujawski disse que o governo tem que tratar a indústria do jogo como outra qualquer.

Ed Bowers destacou que a legalização do jogo é legitima e servirá para beneficiar os brasileiros. O especialista comentou que cassinos em regiões remotas não funcionam, pois estes investimentos têm que ser realizados em lugar que tenham pessoas, infraestrutura e turismo. Além disso, também destacou que a regulamentação tem que ser sólida dentro dos padrões internacionais.

“Os investimentos são caros e o tempo de duração da concessão tem que ser de no mínimo 30 anos. Por exemplo, nós estamos construindo um cassino em Washington com um investimento de US$ 1 bilhão. Também é importante saber quantas licenças serão emitidas, regras claras para as licitações, evitando criar um nível de incerteza para os investidores”, comentou. 

O representante do MGM Resorts International também mostrou preocupação sobre a possibilidade de cobrança de imposto de renda para apostadores turistas. 

“Não vai funcionar, pois não acontece em outros mercados. Além disso, não vai atrair os grandes apostadores. Tributar os ganhos sem pensar nas perdas é muito punitivo para os apostadores”, comentou.

Pablo Espuela disse que é necessário prever operações de longo prazo, cerca de 30 anos e, de preferência, trabalhar com as melhores operadoras de cassinos do mercado mundial. “Menos de 20 anos é impossível para resgatar os investimentos nos empreendimentos”. 

Sobre o jogo online, o especialista revelou que os jogos online já estão acontecendo e defendeu que a melhor forma de enfrentar o jogo online que é ofertado por outros países é legalizar esta modalidade.

“O servidor tem que estar no país de origem da empresa, mas base de dados tem que estar disponível para que o regulador veja o que está dentro, mas o servidor não faz o menor sentido”, comentou.  

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Oito jogadores e um sonho: mesa final do BSOP Millions é formada com paraguaio Gustavo Soler na liderança 01/12/2016 12:04:30

Foram 2.514 sonhos e agora apenas oito jogadores têm a chance de escrever um capítulo histórico no BSOP Millions 2016. O Dia 4 do maior torneio de poker do Brasil começou com 32 sobreviventes e só terminou quando a mesa final oficial foi formada com oito deles. Os postulantes ao título disputam o grande prêmio de R$ 1.150.000 nesta quinta-feira (01) a partir das 14h.

O paraguaio Gustavo Soler, que mora na fronteira do Paraguai com o Brasil próximo a Foz do Iguaçu, finalizou o dia com 22.030.000 fichas, o maior stack entre os finalistas. Ele e os outros jogadores atravessaram uma reta final recheada de profissionais. Grandes nomes ficaram pelo caminho, como Yuri Martins (29º - R$ 27.020), Ariel Bahia (24º - R$ 32.000), Norson Saho (R$ 39.000), Bruno Foster (19º - R$ 46.000), Rafael Moraes (13º - 68.000) e Marcos Antunes (12º - 68.000).

A festa dos finalistas ficou completa quando Douglas Zimmermann eliminou Gustavo Goto, o “PIUlimeira” do online, em 9º lugar, em coin flip de AQ contra 33. Uma Q apareceu no flop e formou a FT oficial. Extasiados, os jogadores começaram a festejar e o chip leader Gustavo Soler mal conseguia acreditar no momento.

“Estou sem palavras. Na verdade, eu nem lembro do meu nome agora. Eu já fiz uma mesa final importante, mas é muito bizarro, foi muito tenso. Chegar chip leader na mesa final oficial do maior torneio de poker do Brasil é uma coisa inexplicável. Eu só quero festejar e descansar que amanhã é outro jogo”, disse Soler, ainda extasiado.

Todos os jogadores já garantiram R$ 115.000. O SuperPoker transmite ao vivo todas as ações da mesa final em uma cobertura incrível com a narração de Victor Marques, Vini Marques, Caio Machado e Fábio "Deu Zebra".  Confira no SuperPoker as informações de cada finalista.

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Urgência do PL 442/91 continua na pauta da semana 30/11/2016 11:46:58

Devido a votação do projeto pelo Plenário da Câmara dos Deputados, que cria medidas de combate à corrupção até às 4h desta quarta-feira (30), o requerimento de urgência ao PL 442/91 não pode ser apreciado. A proposta consta como item 12 da pauta de votações da semana do Plenário.

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O Globo veicula duas notas sobre a legalização dos jogos 30/11/2016 11:46:10

O jornal O Globo veiculou nesta quarta-feira (30) veiculou duas notas sobre a legalização dos jogos. O Panorama Político informa através da nota ‘A roleta’, que “a bancada do jogo deflagrou novo lobby no Congresso. Os parlamentares estão sendo procurados por lobistas carregando uma planilha nas mãos. Nela, dizem que o Brasil pode arrecadar R$ 37 bilhões anuais. E fazem as contas de quantos hospitais, salas de aula e casas podem ser construídos”.

Já a nota ‘Jogos de azar’ da coluna do Ancelmo Gois informa dados de pesquisa inédita da Fundação Getúlio Vargas sobre o movimento das apostas não regulamentas no Rio de Janeiro.

“Veja quanto movimenta o jogo não regulamentado no Rio: o do bicho, R$ 419 milhões; bingo e máquinas caça-níqueis, R$ 821 milhões; e outros jogos, R$ 89 milhões. Um total de R$ 1,3 bilhão — quase sete vezes mais que a Loterj, segundo uma pesquisa inédita da FGV.”

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