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Colunista do Estadão critica interferência religiosa na liberação dos jogos de azar

13/01/2020

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A jornalistas e colunista Vera Magalhães comentou no O Estado de S.Paulo a interferência religiosa em vários temas que deveriam ser decididos racionalmente e a partir de estudos de impacto econômico e viabilidade jurídica

Sob o título ‘Censura está na moda’ a colunista Vera Magalhães comentou na edição deste domingo (12) no O Estado de S.Paulo sobre o retrocesso de “uma elite que teima em bater no peito para se dizer conservadora, quando é apenas reacionária e preconceituosa” e sobre a interferência religiosa em discussões vitais que deveriam ser decididas sobre a ótica da racionalidade.

“O proselitismo religioso sem disfarces a que o presidente e seus auxiliares se dedicam vai contaminando todas as esferas decisórias do governo, da política cultural a discussões vitais como o uso do canabidiol para fins medicinais, passando até pela discussão sobre a liberação ou não de jogo de azar no território nacional. Temas que deveriam ser decididos a partir de estudos de viabilidade jurídica, impacto econômico e outros fatores racionais viram debate de porta de igreja”, comentou.