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10 vezes em que o Poker mostrou o seu tamanho

22/03/2015

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Falta apenas uma semana para mais uma festa do poker brasileiro. Na próxima quinta-feira (26), será a vez de Balneário Camboriú sediar mais uma etapa da décima temporada do BSOP (Brazilian Series of Poker), o circuito brasileiro do esporte.

No décimo passo do maior patrimônio do poker nacional, 2015 inteiro terá uma premiação garantida de R$ 1 milhão no principal torneio da série que terá 12 jogos. Haverá gente do Brasil inteiro e de vários vizinhos da América Latina. Um motivo de orgulho.

Mas além de um dos pioneiros na organização de torneios no continente, o Brasil tem muitos outros motivos para se orgulhar do feltro verde e amarelo. Eis aqui ao menos dez deles:

1 – No Brasil, universidades ensinam o poker como matéria. Fora do Brasil, só em Harvard.

– Estudos desenvolvidos em universidades de vários países do mundo já provaram por A mais B que o poker é um jogo de habilidade. O sucesso depende dos jogadores, e não do baralho.

Entre os principais estudos para basear a legalidade do poker está o "Poker, chance e habilidade", do Ph.D. israelense Noga Alon; a análise "Estudo do Poker – Sorte x Habilidade", do estudioso brasileiro Ricardo Molina; o artigo "Medindo a Habilidade em Jogos com Aplicações no Poker" da universidade holandesa de Tilburg; e o artigo dos co-fundadores do best-seller "Freakonomics", Steven David Levitt e Thomas J. Miles, "O Papel da Habilidade x Sorte no Poker: Provas da World Series of Poker";

– O poker é objeto permanente de estudo em universidades dentro e fora do Brasil, como Harvard, a mais conceituada universidade norte-americana e uma das mais famosas, antigas e respeitadas do mundo. No Brasil, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e UNIVASF (Universidade Federal do Vale do São Francisco) também possuem disciplinas ligadas ao poker para estudos avançados.

2 – O maior torneio de poker ao vivo do mundo fora da capital mundial do poker, Las Vegas.

– O Brasil tem o maior torneio de poker ao vivo do mundo depois do norte-americano. Com dois torneios com quase 3 mil participantes – um deles com premiação acima de R$ 7 milhões -, o Brasil atrai jogadores e profissionais do mundo inteiro em busca de novas grandes premiações e oportunidades de negócios. Na série de torneios brasileira, evento internacional conhecido como BSOP (Brazilian Series of Poker) Millions, mais de 16 mil pessoas de dentro e fora do Brasil viajam a São Paulo para participar dos jogos, que acumulam premiação total de mais de R$ 16 milhões. Bom ressaltar que quase todos têm horas valiosas gastas em estudos sobre o poker.

3 – O Brasil tem alguém para tirar todas suas dúvidas do esporte.

– Como todo esporte, o poker é representado pela sociedade civil institucionalmente. O órgão que orienta a promoção do poker como prática esportiva no Brasil é a CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold’em), fundada em 2009.

4 – No Brasil, ele é reconhecido como um esporte mental.

– O poker foi inserido no calendário esportivo brasileiro em 2011 pelo Ministério do Esporte. O Governo Federal reconhece o poker como esporte da mente, bem como é o Gamão, a jogo de Damas, o Bridge e o Xadrez. e devidamente reconhecida pelo Ministério dos Esportes. Quem quiser conferir é só clicar aqui.

– A desmistificação do senso comum do poker como algo que não seja um esporte da mente e que tenha influência grande de habilidade se deu por decisões com base em estudos, laudos, matérias, pareceres e documentos. Entre as principais decisões estão o reconhecimento da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Estado de São Paulo, em 2011, a inserção do poker no calendário esportivo por parte do Ministério dos Esportes e a inclusão dos fundamentos do poker na grade de aulas da Faculdade de Ciências Aplicadas da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), também naquele ano.

5 – No Brasil, figuras públicas apoiam o esporte.

– Paralelamente, o poker constantemente tem o apoio de figuras públicas, como o ex-ministro do esporte Aldo Rebelo e o senador Antonio Carlos Rodrigues, entre vários outros. Uma busca rápida aqui mesmo no SUPERPOKER e verão diversas reportagens sobre o tema.

6 – Celebridades se divertem e compartilham sua diversão.

– Celebridades brasileiras também apoiam o esporte. Entre elas estão Neymar Jr, Ronaldo, Vanderley Luxemburgo, Fernando Scherer, Thiago Camilo, Felipe Massa,  Maurren Maggi e Gabriel Medina;

7 – Figuras famosas de fora do Brasil conhecem seus jogadores tão bem quanto em outros esportes.

– E sem falar nas celebridades internacionais, como Brad Pitt, Charlie Sheen, Matt Damon, Bruce Buffer e muitos outros. De ganhadores de Oscar até esportistas consagrados. Boris Becker, ex-tenista e técnico de Novak Djokovic, participou e participa de diversos torneio mundo agora. A lista é longa, mas mais uma vez uma pesquisa rápida e você terá outros exemplos.

8 – A gente é simplesmente gigante.

– Hoje, o Brasil tem cerca de 5 milhões de praticantes do esporte.

9 – O Brasil mostra seu potencial em um esporte praticado em todos os cantos do mundo.

– Não é só o Brasil que reconhece o poker como esporte da mente. A lista inclui pelo menos França, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos, Irlanda, Irlanda do Norte, País de Gales, Escócia, Finlândia, Dinamarca, Suécia, Croácia, Ucrânia, Rússia, Cazaquistão, Austrália, Nova Zelândia, China, África do Sul, Marrocos, Chile, Venezuela, Argentina, México, Uruguai, Colômbia, Panamá, Bahamas, Canadá e muito mais. Portanto, se o senso comum não estiver errado ao interpretar o poker como jogo de azar, os países citados acima é que estão (!);

10 – O poker brasileiro tem suas portas abertas para todos.

– Por fim, um último saber bem vindo antes de se chamar o poker de algo que não seja esporte da mente, é que a próxima etapa do BSOP (Brazilian Series of Poker) acontece entre os dias 26 e 30 de março, em Balneário Camboriú, e tem visitação de graça ao público. Chame seus amigos para conhecer um pouco mais deste esporte tão… legal. (Veja as fotos da reportagem no SuperPoker)